sexta-feira, 7 de junho de 2013

05/06/2013 :: Atlanta e Coca Cola

Tomamos um cafezinho básico na Brazilian Bakery, com pão de queijo, bauru e coxinha e colocamos o endereço da Coca Cola no GPS e partimos pra mais um dia de passeio. O guia que trouxemos estava com o endereço errado, descobrimos depois que entramos em um estacionamento que nos cobrava USD 8,00, resolvemos então dar uma caminhada. Estávamos perto do Capitólio e fomos andando para o norte, passamos pelo Underground, pelo estúdio da CNN, pelo Centennial Olympic Park até chegar ao World of Coca Cola. Estava quente e úmido em Atlanta e já estávamos suando quando chegamos lá.  O World of Coca Cola é um edifício com várias atrações, que envolvem a história e o segredo da fórmula, as propagandas em diversos países, os personagens, uma mini fábrica e engarrafadora e no final uma sala com várias máquinas de refrigerante com sabores dos continentes para serem degustados a vontade e uma lojinha.



Saímos de lá duas horas depois, e fomos em direção ao aquário de Atlanta, que é o maior aquário do mundo, com baleias e tudo. Deve ser muito legal, mas não achamos legal pagar quase USD 80 para entrar lá, já que estávamos um pouco cansados e não iríamos aproveitar tanto. Então voltamos pelo Centennial Olympic Park, construído para as Olimpíadas de 1996 e almoçamos em Atlanta Underground, um centro comercial no subsolo de uma parte da cidade, encoberto por pontes construídas para atravessar os trilhos. A idéia é muito legal, embora seja bem desanimado no horário do almoço (15h).


Pegamos o carro e já eram quase 17h, fomos ao memorial de Martin Luther King Jr., uma cripta no centro de um espelho d'água. Depois fomos ver a casa de Margaret Michell, a escritora de "E o vento levou" que é um museu, mas infelizmente fechava às 17h e já eram quase 19h. Voltamos para o hotel, onde recarregamos os créditos do celular e telefonamos para as sogras. Às 23h saímos para fazer um lanchinho noturno no posto de gasolina aqui do lado do hotel e fomos dormir, porque amanhã viajamos até a Florida.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

04/06/2013 :: Tennessee Whisky

Deixamos Nashville cedo, mas não deixaríamos o Tennessee sem visitar Jack. Viajamos uma hora e meia para o sul até Lynchburg, uma cidade de 380 habitantes, famosa por ser a sede da destilaria do whisky Jack Daniel's. Chegamos lá às 10:30h e ficamos sabendo sobre a história de como Jack aprendeu sobre o processo e adquiriu a destilaria por 25 dólares, até o prêmio de melhor whisky do mundo na feira mundial de 1904 em St. Louis, sua morte em 1911, sobre Lem Motlon, seu sobrinho favorito que assumiu a fábrica durante a Lei Seca do Tennessee entre 1910 e 1938 e outros fatos até os dias atuais. Às 11:30 fizemos um tour pelas instalações da destilaria, e conhecemos todo o processo de fabricação, do corte de árvores específicas para fazer carvão onde o whisky é filtrado, até o processo de fabricação dos próprios barris para envelhecimento terminando com a degustação de três dos produtos, Jack Daniel's black label, Gentleman Jack e o Jack Daniel's Single Barrel. A lojinha tem poucos itens à venda. Desconfiamos que seja proposital, para que os turistas visitem o centro de Lynchburg e movimentar a circulação de dinheiro na cidade, que vive principalmente do turismo ligado à destilaria. Então fomos ao "centro" da cidade, almoçamos e fizemos algumas compras.


Depois seguimos em direção a Atlanta, na Georgia, onde perdemos nossa última hora devido ao fuso horário. Ficamos fora da cidade, onde os hotéis são mais baratos e amanhã visitaremos a cidade. Hoje jantamos uma pizza e encontramos uma padaria brasileira aqui perto onde planejamos tomar café amanhã.

03/06/2013 :: Diazinho mais ou menos

Hoje fomos visitar o Country Music Hall of Fame and Museum em Nashville, estacionamos na rua por duas horas e entramos lá. Mesmo entendendo quase nada sobre música country, o museu é legal. A construção lembra as teclas de um piano e lá dentro relíquias do country estão espalhadas por dois andares, entre vestimentas, instrumentos e outros objetos como cartas e até carros. Mas saímos de lá com a impressão de que perdemos nossa grana. O Rock n' Roll Hall of Fame and Museum em Cleveland é muito mais pelo mesmo preço. Saímos pela loja de souvenirs e nem ela nos animou muito.


Pegamos o carro e voltamos ao centro para almoçar, mas não conseguimos nos acertar com os estacionamentos públicos, que cobram até USD 12 pelo período de duas horas, então decidimos ir almoçar em outro lugar. Fomos em direção ao Grand Ole Opry e almoçamos no Opry Mills Mall pelo preço do estacionamento que queriam nos cobrar no centro e sem pagar para estacionar o carro. 


Não pudemos entrar no Grand Ole Opry, que é uma grande casa de shows, então passeamos por perto e voltamos para o centro, onde esperávamos ver um show em um bar, que prometia degustação de whiskies. Conseguimos estacionar na vaga onde um velhinho estava saindo, e antes de sair nos deixou o bilhete que, àquela hora garantia estacionamento até às 6h da manhã. Sorte nisso pelo menos.
Encontramos o tal bar, mas ele era tão pequeno e o som estava tão alto que entramos e saímos. Já passava das 19h, e resolvemos entrar no Hard Rock Cafe para um petisco. Pedimos uns pedaços de frango que apesar da sugestão do garçom de molho não apimentado, especialmente para a Fernanda, estava mais apimentado que muito acarajé que Alexandre já comeu. Mas ele se redimiu nos trazendo uma nova porção sem molho e não nos cobrando mais por isso. E depois disso fomos dormir, que amanhã é dia de estrada.

terça-feira, 4 de junho de 2013

02/06/2013 :: Lazy Country Music Day

Levantamos cedo, para um domingo. 8:30h.
Então tomamos café, colocamos algumas coisas em dia e voltamos a dormir. Acordamos às 15h, com fome. Então fomos ao centro da cidade atrás de algum entretenimento nutritivo e encontramos o Wildhorse Saloon. Vimos que tinham um show de Country que começava às 18h e era intercalado com aulas de dança de Line Dance. Aquela típica dança Country, em que várias pessoas ficam em linha dançando os mesmos passos. Parece bobo, mas é bobo e muito legal.
Para almoçar pedimos o prato típico sugerido pelo garçom, e o preferido dele, um pratão de costela de porco com molho, feijão e cole slaw (que é uma saladinha muito boa de repolho, cebola, maça, cenoura e leite, manteiga e vinagre). Pedimos também cerveja e, por sugestão do garçom, uma margarita que no lugar de tequila tem Moonshine, um tipo de whisky aqui da região. Muito gostoso. E vem num copo em forma de bota que estamos levando para casa. Depois ficamos por ali curtindo o show e rindo do pessoal que dançava descoordenado o Line Dance, até que pouco antes de irmos embora de lá, Alexandre foi tentar dançar também. Fernanda não se animou tanto e ficou cuidando dos nossos pertences. E filmando tudo e rindo, claro.
Voltamos para o hotel depois das 22h, bem felizes com o nosso dia super produtivo.

01/06/2013 :: Missouri - Illinois - Kentucky - Tennessee

Acordamos e tudo parecia tranquilo lá fora. Fomos até o Missouri Botanical Gardens, em St. Louis, um jardim botânico gigante muito florido, com uma estufa enorme e jardins japoneses, chineses, ingleses, várias trilhas para passear. Adoramos o lugar.
Depois seguimos até o The Hill, um bairro italiano super charmoso, onde fomos atrás de uma dica do guia que temos conosco para almoço. O lugar estava fechado. Abre todos os dias, exceto sábado. Sábado!
Fomos num outro bem pertinho, o  Favazza's, e não nos arrependemos nenhum pouco. O garçon era uma figuraça, todo galante, e a comida espetacular, pedimos o petisco típico de St. Louis, o ravioli frito. E a sobremesa então... de chocolate com amêndoas, não lembramos o nome, mas não esquecemos o gosto.


Pegamos a estrada e paramos para uma soneca já na primeira área de descanso. Passamos por várias interestaduais nesse dia: a I-57, a I-64, a I-24 e a I-69, saímos de St. Louis pelo leste entrando no estado de Illinois, e antes de entrar no Tennessee estávamos no Kentucky. Mesmo sem muita fome, aproveitamos para jantar no KFC, o Kentucky Fried Chicken. Para completar, o prato só poderia ser galinha frita.


Seguimos para Nashville, fizemos check in no hotel e já fomos curtir Country music, no Blue Bird Cafe. Um lugar estranho, um barzinho minúsculo, lotado, com umas 100 pessoas, todos no mais absoluto silêncio virados para o palco ouvindo um velhinho de óculos e boné tocando. Tomamos dois pares de cerveja, conversamos absolutamente nada, como todo mundo lá e fomos embora quando o velhinho terminou, lá pelas 23h.



sábado, 1 de junho de 2013

31/05/2013 :: Tornado em St. Louis

Acordamos hoje decididos a visitar o Forest Park, o Zoológico e o Jardim Botânico. Então depois do café fomos ao Forest Park. Um parque gigantesco a oeste da cidade de St. Louis, maior que o Central Park em New York, que tem o palácio de Belas Artes original da feira mundial de 1904. Depois de um breve passeio entramos no Zoológico também fica dentro do Forest Park. O Zoológico é bem grande e é muito legal. Vimos ursos, pinguins, flamingos, leões marinhos, zebras, girafas, leões, tigres, cobras, hipopótamos, rinocerontes, elefantes, macacos, gorilas e outros. Fernanda não quis ver as cobras, ficou com medo. Choveu um pouco no meio da visita, mas nada que atrapalhasse muito. Deixamos o Zoológico exaustos, às 16h e fomos procurar algum lugar para almoçar. Encontramos outro pub bem irlandês pertinho do parque.



Voltamos para o hotel, já eram 17h e o Jardim Botânico estava fechando. Então, hora da soneca.
Alexandre acordou com uma sirene muito forte na redondeza, perto das 18:30h. Ligou a televisão no canal do tempo e estavam mandando um aviso de tornado no condado a sul de onde estamos e na região do aeroporto. Lá fora começou uma ventania muito forte e o céu estava escuro para o sul. Na recepção, a atendente disse que se o tornado se confirmasse, o melhor lugar pra se alojar por aqui é dentro da banheira. Malditos hotéis de paredes de papelão.
Alexandre acordou Fernanda e ficamos acompanhando na tv, três tornados tocaram o solo perto de Oklahoma City. A tempestade chegou aqui e perdemos o sinal da tv. Quando o sinal retornou ficamos sabendo que um tornado tocou o solo por aqui também, perto do aeroporto. Ainda bem que não ficamos no mesmo lugar do ano passado. Aparentemente estamos a salvo. O aviso de tornado agora se estende de Oklahoma City, passando pela região de Kansas City, Saint Louis até quase Chicago. Se tudo der certo, amanhã zarpamos daqui em direção a Nashville, no Tennessee. Até.


30/05/2013 :: Kansa'dos - Saint Louis

A noite dormimos como pedras, mas pela manhã a chuva forte estava lá, firme. Pegamos o carro para ir até a recepção para o café, arrumamos as coisas e fomos dar um passeio por Kansas City, vimos a Union Station e uma igrejinha de tijolos a vista bem escuros na redondeza, abastecemos e pegamos a I-70 em direção à leste. A chuva foi diminuindo, mas o forte vento vindo do sul ficava nos empurrando para a esquerda todo o tempo. Nem almoçamos. Chegamos às 15 horas no nosso hotel na cidade vizinha de Saint Louis, ao sul. Pensamos em ficar no mesmo hotel que ficamos no ano passado, perto do aeroporto, mas Alexandre alegou que ficando em um hotel diferente veríamos a cidade de outros pontos.
Chegamos cansados e fomos tirar uma soneca. De quase quatro horas.
Acordamos perto das 19h, morrendo de fome e fomos almoçar... almoçar?
Dirigimos até o centro e passeamos um pouco atrás do mesmo pub que fomos da última vez, e era muito bom. Encontramos o Flannery's novamente e fizemos uma super refeição. O vento havia parado completamente e estava muito quente.
Pegamos o caminho de volta para o hotel e, de repente apareceu uma tempestade tão forte que o limpador do para brisas na velocidade máxima não dava conta. Todos andavam à metade da velocidade máxima e era quase impossível distinguir as placas. Erramos o caminho duas vezes. Quando chegamos ao hotel a tempestade havia aliviado. Fomos dormir... De novo. Estávamos mesmo muito cansados dos últimos dias de estrada.